21 de setembro de 2016

Resenha: O Erro - Amores Improváveis #2 - Elle Kennedy

Título: O Erro (Amores Improváveis #2)
Autora: Elle Kennedy
Editora: Paralela
Páginas: 248

Logan parece viver uma vida de sonhos. Com um talento incrível para jogar hóquei e um charme inato para conquistar mulheres, ele é uma das maiores estrelas da universidade de Briar. Mas por trás do característico sorriso maroto, ele esconde duas grandes angústias – a primeira, estar apaixonado pela namorada de seu melhor amigo. A segunda, saber que sua vida, após a formatura, se tornará um beco sem saída.
Um dia, por acaso, ele conhece Grace, uma garota tão encantadora quanto intrigante. Tudo nela parece ser original e deliciosamente contraditório – tímida, mas ao mesmo tempo vibrante. Doce, mas ao mesmo tempo forte e confiante. A cada encontro, Logan se vê mais e mais envolvido. Mas um grande erro colocará o relacionamento desses dois jovens em risco.
Agora, Logan terá que se esforçar para reconquistar Grace – nem que para isso ele precise amadurecer e encarar de frente as suas questões mais profundas e doloridas.
 Resultado de imagem para separador de páginas 
Oi "zamores", tudo bem?
Vamos dar continuação aos Amores Improváveis da Elle Kennedy, podia ter ficado no volume um O Acordo ? Sim, mas quem não ficou curioso(a) para saber como Logan ia lidar com a situação.

O livro chama a atenção pela capa, tem uma escrita de fácil interpretação, os personagens são bem divertidos, a autora intercala os capítulos entre Logan e Grace, li em dois dias.

Clichê? Logan, um jogador de hóquei gostosão, estudante universitário, popular e "pegador". Lado positivo não tem vícios, tem um coração maravilhoso, estudioso, responsável e trabalha na oficina onde ajuda seu irmão a tomar conta do negócio e cuida do pai alcoólatra. (pausa para os suspiros rsrsrs)

A mocinha Grace, uma jovem bonita, que gosta de filmes de ação, caloura (está no primeiro ano), melhor amiga de Romana desde o jardim de infância, inteligente, divertida e até confiante; ops já ia esquecendo nunca chegou as vias de fato com nenhum garoto apesar de já ter namorado.

Romana a amiga egoísta, está tentando ser popular e sair com Dean que tamm é do time de hóquei, é daquelas que influenciam e não gosta de ver a melhor amiga melhor que ela. Arrisca a amizade de longa data por um jogador de hóquei, tentando ser uma "maria patins".

Logan conhece Grace de um jeito inesperado e juntos assistem um filme de ação, mas ele ainda está "apaixonado" por Hannah a namorada do seu melhor amigo Garret, será? Será que Logan realmente está apaixonado por ela ou simplesmente está cansado de pegar geral e quer ter o que eles tem o companheirismo, a amizade, o amor, alguém para ficar junto e dividir os momentos bons e complicados, alguém que vista sua camiseta do time com seu nome atrás.

"É sexta à noite... por que está em casa, vendo filmes de ação?" Fico na defensiva. "Qual o problema nisso?" "Nenhum." Ele dá de ombros.

Grace nem acredita que está passando certos momentos com Logan, até perceber que está apaixonada por ele. Logan não percebe o que está acontecendo com ele, está confuso demais apesar de evitar Hannah e Garret, não consegue parar de pensar na doce menina que gosta de filmes de ação. Está abrindo mão de seu futuro para cuidar do pai e da oficina, não está pensando direito e mesmo sem ter passado dos limites com Grace, seus momentos juntos são intensos, picantes e divertidos.

Um new adult leve e gostoso de ler. Elle Kennedy mais uma vez me proporcionou momentos divertidos e de raiva, sabe aquela vontade de bater no personagem rsrsrs. Espero que tenham gostado e que venha o próximo.
Fico por aqui, até mais. Abraço!image

CLASSIFICAÇÃO DNA
 
16 de setembro de 2016

Filme - A Bruxa



Filme: A Bruxa (The Witch)
Direção: Robert Eggers 
Produtora: Universal Pictures
Duração: 92 minutos.





Oi leitores, tudo bem?
Escrever uma resenha sobre o filme A Bruxa para mim é algo complicado, pois na minha opinião não existe um meio termo em relação a determinados filmes ou você ama a história ou a odeia. Aparentemente o filme não enfatiza o horror em sua forma mais bruta. Existe aqui algo mais além, que trabalha com várias simbologias pagãs e satânicas, haja a vista o período em que se transcorre a história da metragem. Mesmo tendo uma ótima fotografia, ótimas locações e uma sonoplastia formidável, o filme não convence. Primeiramente por se tratar de um “terror/horror psicológico” bem mediano (já vi muitos filmes com melhores abordagens que posteriormente serão postadas no site) e um misticismo tão gigantesco da época retratada que os espectadores mais familiarizados com o gênero torcerão o nariz.


Ao longo da história, percebe-se um maniqueísmo e uma dualidade entre o bem e o mal que entediam. Aqui o tal “coisa ruim” é retratado como o Sr. Phillips, um bode preto, o qual possui poderes sobrenaturais e usa-os para que enfeitiçar os filhos do casal William e Katherine. Analisando-se friamente este aspecto, é inadmissível associar a imagem do bode ao satanismo ou alguma outra entidade maligna, haja vista que essa transmutação é de origem pagã e não satanista. Eis aí, um erro bem sério que me causou incômodo, assim como na interpretação dos pentagramas. 

Tudo isto, voltado em cenários tétricos, mórbidos e de beleza indescritível. Porém, o roteiro deixa muito a desejar ao optar por uma abordagem não usual e tentar incutir ao telespectador pitadas irreais dignas de um ocultismo voltado ao público juvenil.

Classificar “A Bruxa” como horror na minha opinião é errado, assim como tentar encaixá-lo como suspense. O que realmente acontece neste filme é uma interpretação dramática e romanceada da transposição da infância para a puberdade, sendo que esta mensagem não fica explícita, ficando assim meio “vago” a interpretação em relação a todos os acontecimentos que ocorrem com a protagonista Thomasin. Isto tudo, misturado as nuances incestuosos da personagem.




Em minha opinião A Bruxa poderia valer-se de coisas mais explícitas do que utilizar-se de ideias distorcidas para tentar atingir um público jovem  e desconhecedor dos antigos ritos pagãos. Ao terminar de assisti-lo senti que falta algo para tornar o filme realmente bom, e esta é a sensação que me permeia sempre que alguém me pergunta se vale a pena ver a metragem. Indubitavelmente é uma história fraca, mas que talvez agrade a maioria das pessoas que não sejam fascinados por filme de terror... 



Classificação DNA

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...  
 
© Dna Bookz - 2015. Todos os direitos reservados.
Layout criado por: Maidy. Modificado por: Edna Rodrigues.
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo